EMBALAGENS FLEXÍVEIS

Henkel lança sistema para melhorar produção



26.10.2017 - 02:59

A Henkel lançou o Lioscan - um novo sistema inline para controle de gramatura aplicada de adesivos e “coatings”, voltado para produção de embalagens flexíveis. Desenvolvido para poliuretano reativo (PUR), o Lioscan aumenta significativamente a eficiência da produção, a confiabilidade do processo de laminação, ao mesmo tempo em que reduz o desperdício de matéria-prima.

O sistema já utilizado em diversos países e já provou ser altamente intuitivo, sendo adequado em quase todas as máquinas de laminação e contribuindo para que as empresas alcancem seus objetivos de sustentabilidade e otimização de tempo e material.

Segundo a Henkel o Lioscan agiliza a rotina do controle de qualidade da produção de embalagens flexíveis, geralmente utilizadas em alimentos (cafés, salgadinhos, doces, ração, etc). Anteriormente, os operadores eram obrigados a parar a produção para checar a qualidade do produto ou tinham de esperar até o final do processo de conversão de uma bobina inteira para checagem da gramatura aplicada. O Lioscan informa instantaneamente ao operador sobre a gramatura real em toda a extensão do filme, sem interromper a produção. O sistema detecta qualquer divergência de gramatura e dispara um alarme visual e sonoro. Com isso, o risco de alguma reclamação potencial é significativamente minimizado.

“Queremos oferecer para nossos clientes a capacidade para monitorar a gramatura aplicada de adesivo em tempo real e com precisão sem precedentes. Lioscan possibilita um significativo aumento da eficiência ao reduzir a paralisação das máquinas e desperdício de material”, explica Carlos Motta, Gerente de Desenvolvimento para Adesivos Industriais da Henkel para América do Sul.

Lioscan abrange a instalação do sistema, treinamento para operadores dentro da companhia e suporte técnico local para melhor calibragem do sistema. “Se a indústria global de embalagens flexíveis evitar o desperdício de 1% de sua produção, o resultado equivaleria a um filme de comprimento suficiente para dar 70 voltas ao planeta”, diz Motta.