EMBALAGENS

Papaya ganha segurança para ser exportado



16.02.2018 - 02:38

A petroquímica Braskem e a Union of Growers of Brazilian Papaya (UGBP), empresa de produtores de Linhares (ES), desenvolveram em conjunto uma embalagem mais segura e atrativa para exportar mamão papaya. A embalagem é um plástico feito exclusivamente para o mercado de mamão papaya. “A gente queria oferecer um ganho de qualidade ao consumidor e fixar a nossa marca. Para isso, conseguimos desenvolver juntos uma embalagem que atendesse a todos os requisitos”, afirma Rodrigo Martins, diretor da UGBP.

A fruta é embalada em um filme de polietileno, que confere a qualidade, a segurança e a estética que os agricultores capixabas desejavam. Rodrigo Martins afirma que a utilização do plástico pode reduzir alguns dos prejuízos mais comuns às frutas no mercado. Após diversos testes, ficou claro que a embalagem permite a maturação mais uniforme da fruta, garante a proteção contra qualquer contaminação e aumenta o tempo de exposição nas bancas em até quatro dias.

A nova embalagem já está disponível nos mercados brasileiro e norte-americano nas versões ‘individual’ e ‘caixa’. “A parceria com os produtores da UGBP foi muito produtiva e bem sucedida. Nosso maior desafio foi alinhar a tecnologia da nossa resina com as demandas dos agricultores, mas sempre visando os desejos do consumidor em mercados tão diferentes, no Brasil e no exterior. Foi mais um teste bem sucedido para o portfólio da Braskem no setor de embalagens”, observa Albertoni Bloisi, responsável pela área de Desenvolvimento de Mercado na Braskem.

A UGBP produz em média 600 toneladas mensais de papaya e exporta para mercados, como França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Polônia, Espanha, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos. No mercado nacional, a organização vende para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.