PÁSCOA 2019

91% dos brasileiros consideram ovos caros



16.04.2019 - 04:00

 

Segundo pesquisa da Toluna, empresa fornecedora de insights do consumidor sob demanda, 91% dos consumidores acreditam que os ovos de Páscoa são ou caros, ou muito caros, 8% acreditam que eles têm um preço justo; e 1% acham que eles são baratos ou muito baratos.

No levantamento, quando questionados qual é o melhor momento para comprar o ovo de Páscoa, 20% das pessoas disseram que irão comprar após a data, quando devem encontrar promoções; 36% devem gastar entre R$ 51,00 e R$ 100,00 com os doces; 31% menos de R$ 50,00;  23% entre R$ 101,00 e R$ 200,00; e 9% devem gastar mais de R$ 201,00 com os chocolates. “A população em geral gosta de celebrar a data e dar ovos de Páscoa de presente para os parentes e amigos, mas, ao mesmo tempo acham os preços elevados e procuram por ovos caseiros, promoções ou presentes alternativos”, afirma Luca Bon, diretor da Toluna para a América Latina.

A pesquisa também perguntou aos entrevistados se eles pretendem comprar ovos de Páscoa no próximo feriado. A resposta foi 83% positiva, sejam ovos industrializados, sejam caseiros (sendo destes, 15% apenas os caseiros). Destes compradores, 57% vão dar um ovo de presente para alguém e obter pelos menos um para eles mesmos, 30% vão só presentear alguém e 13% vão só comprar para si mesmos. Ainda 49% das pessoas já deram outras coisas que não chocolate na Páscoa, especialmente brinquedos e roupas, por causa do preço comparado aos ovos (53%) ou pela variedade (32%).

Entre as pessoas que afirmaram que não vão comprar ovos, 56% dizem que não o farão devido aos altos preços; 18% porque preferem chocolates em barra ou bombons; 12% afirmam que não comemoram a data; 11% responderam que estão desempregadas e não querem gastar com doces e 3% falaram que não gostam de chocolates.

A Toluna realizou a pesquisa entre os dias 4 e 9 de abril com 897 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 1.625 por mês.